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Qualificação do Projeto de Tese de Doutorado “Água e saúde pública na Amazônia"



No dia 21/05/2015 foi realizada a qualificação de projeto de tese “ÁGUA E SÁUDE PÚBLICA NA AMAZÔNIA", elaborada pela discente do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido (PPGDSTU), Karina Ferreira Castro Mesquita, no miniauditório do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos (NAEA). O trabalho foi orientado pelo Prof. Dr. Fábio Carlos da Silva (PPGDSTU/NAEA/UFPA), sendo a banca formada pelos professores doutores Índio Campos (PPGDSTU/NAEA/UFPA) e Mário Miguel Amin Garcia Herreros (PPAD/UNAMA).

Objetivo da Tese - Avaliar as relações de causa e efeito entre saúde pública e saneamento básico na Amazônia Brasileira, identificando e caracterizando as condições socioeconômicas e ambientais decorrentes dos serviços de saneamento básico disponibilizados pelo poder público para as populações urbanas da Amazônia.

Qualificação do Projeto de Tese de Doutorado "Desenvolvimento de modelo de sistema de informações geográficas para avaliação da eficiência hidroenergética em sistemas de abastecimento de água”



No dia 21/05/2015 foi realizada a qualificação de projeto de tese "DESENVOLVIMENTO DE MODELO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA HIDROENERGÉTICA EM SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA”, elaborado por Aline Christian Pimentel Almeida Santos, discente do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Recursos Naturais da Amazônia (PRODERNA), do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará (ITEC/UFPA). O trabalho foi orientado pelo Prof. José Almir Rodrigues Pereira, sendo a banca foi formada pelos professores: Prof. Dr. José Antônio da Silva Souza (PRODERNA-ITEC/UFPA), Prof. Dr. André Augusto Azevedo Montenegro Duarte (FEC-ITEC/UFPA), Prof. Dr. Petrônio Vieira Júnior (FEE-ITEC/UFPA) e Prof. Dr. Augusto Nelson Carvalho Viana (UNIFEI-MG).

Objetivos da Tese: Desenvolver modelo de Sistema de Informações Geográficas para registro, sistematização e espacialização dos dados hidroenergéticos para auxiliar na tomada de decisão na gestão de Sistemas de Abastecimento de Água.

28º Congresso da Associação Brasileira de engenharia Sanitária e Ambiental, de 04 a 08 de outubro de 2015 - Rio de janeiro




"A Engenharia Sanitária e Ambiental está na ordem do dia!"


Durante os últimos 20 anos a comunidade técnico-científica busca apresentar o tema para a sociedade e para a imprensa de forma que se apropriem do conhecimento e se tornem agentes promotores do saneamento ambiental.

Diante da nova realidade enfrentada por algumas cidades brasileiras, este assunto ganha pertinência e relevância. Hoje é pauta das discussões em todos os níveis da Sociedade e diariamente ganha mais espaço na mídia.

Essa é a grande oportunidade para a mudança !

A engenharia sanitária e ambiental evoluiu muito nos últimos anos. Os professores e alunos de nossas universidades continuam a propor soluções inovadoras que são capazes de melhorar a qualidade de vida da população.

As empresas fornecedoras de produtos e prestadores de serviços mostram a sua força e pujança. Têm investido muito no desenvolvimento de suas organizações e produtos e estão preparadas para alavancar e respaldar o crescimento do nosso Brasil !

Porém, para chegarmos a um novo momento, o tempo de resposta do Poder Público precisa mudar. É fundamental que sejam fomentadas políticas públicas integradas, leis convergentes, fortalecimento, valorização e renovação do quadro de órgãos gestores, ambientais e de nossos prestadores de serviços de saneamento. Este é o melhor investimento que pode ser feito. Afinal, saneamento ambiental significa melhoria das condições de vida das pessoas e desenvolvimento.

O Saneamento precisa de mais convergência de ações e principalmente que o anunciado seja de fato implementado.

O mercado brasileiro continua repleto de oportunidades para as múltiplas soluções e tecnologias, afinal somos um País com dimensões continentais, com mais de 200 milhões de habitantes. Prova disso é que empresas estrangeiras se interessam em investir cada vez mais em nosso mercado.

A ABES, através dos diversos eventos que realiza há quase 50 anos, junta a cadeia a produtiva do setor e, assim, proporciona uma ótima oportunidade para a apresentação destas soluções e tecnologias.

Venha para o Rio de Janeiro em outubro de 2015, participe do 28o Congresso da ABES e da FITABES 2015.

XIV Seminário Ibero-Americano de Redes de Água e Drenagem, de 07 a 10 de setembro de 2015 - Guanaruato - México


Clique na imagem para acessar o hotsite do seminário

Brasil terá plano ambicioso de redução de poluição


O Brasil só vai aumentar o uso de energias renováveis, reduzir mais o desmatamento e promover a agricultura de baixo carbono como parte de sua proposta para a conferência do clima, que neste ano acontece em Paris, afirmou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira. Em sua proposta para a conferência climática das Nações Unidas, em Paris, neste ano, o maior país da América Latina vai propor novas metas ambiciosas para reduzir a destruição da floresta amazônica, aumentar o reflorestamento e ampliar o uso de energia solar, hídrica e eólica. Para isso, o Brasil vai necessitar de mais capital e tecnologia estrangeiros, disse Izabella, em seu escritório em Brasília.

Ao longo da última década, o Brasil foi um dos protagonistas do mundo na luta contra as mudanças climáticas, reduzindo as suas emissões de carbono em 41% entre 2005 e 2012, segundo dados oficiais. Realizar mais cortes pode ser mais difícil. As emissões vindas da geração de energia durante o mesmo período aumentaram 36% e houve uma queda na velocidade da redução do desmatamento da Amazônia, a maior fonte de aumento das emissões de carbono do país.

"O Brasil não será o último país a oferecer sua contribuição nem seremos pouco ambiciosos", disse Izabella na terça-feira (14). "Vocês vão se surpreender."

No mês passado, o México se tornou o primeiro país em desenvolvimento a apresentar sua proposta para a conferência da ONU em dezembro, prometendo reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 22% como meta até 2030. Os EUA se comprometeram a cortar as emissões em 26% a 28% até 2025 em relação aos níveis de 2005. A conferência reunirá 190 países para buscar um acordo para redução do aquecimento global.

As primeiras propostas para a ONU não necessariamente são as melhores, disse Izabella, acrescentando que a proposta do país seria baseada em consultas substanciais e que o governo estudaria cuidadosamente os custos da introdução de novos métodos de produção.

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